A aplicação da tomografia computadorizada nas especialidades odontológicas

A tomografia computadorizada utilizada na Odontologia é conhecida como tomografia computadorizada volumétrica ou de feixe cônico ou Cone Beam. Esta é um método de diagnostico por imagem que utiliza Radiação X e permite obter a reprodução do complexo maxilo- mandibular em qualquer um dos três planos espaciais, possibilitando uma visualização de altura, largura e profundidade em um mesmo exame.

A Tomografia Cone Beam é o exame que mais tem crescido nas solicitações. O custo do exame é menor e pode ser solicitada apenas para a região de interesse, permitindo uma diminuição maior ainda na dose de radiação.

Neste contexto a Tomografia Computadorizada tem sido rapidamente incorporada na rotina de inúmeras especialidades odontológicas, devido à sua grande usuabilidade no planejamento de implantes osseointegrados, diagnóstico de doenças e lesões do sistema estomatognático, estudo da articulação temporomandibular e mais recentemente no planejamento ortodôntico/ortognático.

Confira abaixo alguns casos exemplificando a aplicação da tomografia nas diversas especialidades:

Implantodontia:

Fig.1. Cortes transversais usados para mensuração de altura e espessura óssea. Fonte: Arquivo Pessoal

Fig.1. Cortes transversais usados para mensuração de altura e espessura óssea. Fonte: Arquivo Pessoal

Fig. 2. Reconstrução tridimensional usada no planejamento de implantes. Fonte: Arquivo Pessoal

Fig. 2. Reconstrução tridimensional usada no planejamento de implantes. Fonte: Arquivo Pessoal

Endodontia e Peridontia:

Fig. 1. Demonstrando reabsorção radicular externa na raíz distal do elemento 36. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig. 1. Demonstrando reabsorção radicular externa na raíz distal do elemento 36. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig.2. Corte sagital (dir) e corte transversal (esq) de imagem hipodensa compatível com rarefação óssea periapical circunscrita. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig.2. Corte sagital (dir) e corte transversal (esq) de imagem hipodensa compatível com rarefação óssea periapical circunscrita. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig. 3. Cortes sagital (dir) e corte transversal (esq) de tratamento endodôntico com conduto parcialmente obturado e ROPC. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig. 3. Cortes sagital (dir) e corte transversal (esq) de tratamento endodôntico com conduto parcialmente obturado e ROPC. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig.4 Cortes sagital (dir) e corte transversal (esq) de perfuração de furca. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig.4 Cortes sagital (dir) e corte transversal (esq) de perfuração de furca. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig.5 Cortes sagital (dir),corte transversal (meio) e corte axial (esq)  de rarefação óssea periapical circunscrita. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig.5 Cortes sagital (dir),corte transversal (meio) e corte axial (esq) de rarefação óssea periapical circunscrita. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig.6 Cortes sagital (dir),corte transversal (meio) e corte axial (esq)  de rarefação óssea periapical circunscrita. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig.6 Cortes sagital (dir),corte transversal (meio) e corte axial (esq) de rarefação óssea periapical circunscrita. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig.7  Corte transversal (dir) e corte sagital (esq) de fratura radicular horizontal. Fonte: Arquivo Pessoal

Fig.7 Corte transversal (dir) e corte sagital (esq) de fratura radicular horizontal. Fonte: Arquivo Pessoal

Fig.8 Corte transversal (dir) e corte axial (esq) demonstrando fragmento de lima , ROPC e solução da tábua óssea vestibular. Fonte: Arquivo Pessoal

Fig.8 Corte transversal (dir) e corte axial (esq) demonstrando fragmento de lima , ROPC e solução da tábua óssea vestibular. Fonte: Arquivo Pessoal

 

Cirurgia & Patologia:

Fig.1 Corte sagital (dir), corte transversal (meio) e corte axial (esq) demonstrando a presença de mesiodens. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig.1 Corte sagital (dir), corte transversal (meio) e corte axial (esq) demonstrando a presença de mesiodens. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig.2 Corte sagital (dir) e corte transversal (esq) demonstrando a presença de elemento supranumerário (4º molar). Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig.2 Corte sagital (dir) e corte transversal (esq) demonstrando a presença de elemento supranumerário (4º molar). Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig 3 Reconstrução tridimensional de supranumerário na região anterior da maxila. Fonte: Arquivo Pessoal .

Fig 3 Reconstrução tridimensional de supranumerário na região anterior da maxila. Fonte: Arquivo Pessoal .

Fig.4 Corte sagital (dir), corte transversal (meio) e corte axial (esq) de odontoma. Fonte: Arquivo Pessoal .

Fig.4 Corte sagital (dir), corte transversal (meio) e corte axial (esq) de odontoma. Fonte: Arquivo Pessoal .

Fig. 5 Vista Coronal de incisivos centrais com reabsorção de ápice. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig. 5 Vista Coronal de incisivos centrais com reabsorção de ápice. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig. 6  Cortes Transversais demonstrando reabsorçáo de ápice nos incisivos. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig. 6 Cortes Transversais demonstrando reabsorçáo de ápice nos incisivos. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig. 7 Corte sagital (dir), corte transversal (meio) e  abaixo reconstrução tridimensional  demonstrando elemento 48 em contato com teto do canal mandibular. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig. 7 Corte sagital (dir), corte transversal (meio) e abaixo reconstrução tridimensional demonstrando elemento 48 em contato com teto do canal mandibular. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig. 9 Corte Transversal (dir), corte sagital (meio) e abaixo reconstrução tridimensional demonstrando ápice do elemento 48 em contato com teto do canal mandibular. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig. 9 Corte Transversal (dir), corte sagital (meio) e abaixo reconstrução tridimensional demonstrando ápice do elemento 48 em contato com teto do canal mandibular. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig. 8 Corte sagital (dir) e corte transversal (esq ) demonstrando trajetório do canal mandibular passando entre raízes do elemento 38. Fonte: Arquivo Pessoal.

Fig. 8 Corte sagital (dir) e corte transversal (esq ) demonstrando trajetório do canal mandibular passando entre raízes do elemento 38. Fonte: Arquivo Pessoal.

 

Por: Dra. Renata Estephan Nobile. CD – Radiologista.